Movti e GreyLogix quebram paradigma com a migração da infraestrutura na GCP

Mercado muito competitivo

O mercado em que atua a GreyLogix é extremamente competitivo. “Concorremos com grandes players mundiais na fabricação de sistemas, como SiemensABBRockwellSchneider, que defendem a própria marca e atuam em projetos de grande porte. Concorremos ainda com pequenas empresas ou freelancers que trazem o preço agressivamente para baixo”, revela Gonçalves.

A Grey situa-se no meio do caminho, justamente pelo diferencial de multidisciplinaridade. “Apresentamos um valor único para o cliente, porque praticamos preços de maneira agressiva próximos das pequenas empresas, por sermos multibandeiras, mas com valor agregado muito maior. Além disso, não estamos vinculados a nenhuma plataforma específica como os outros fabricantes”, destaca o executivo.

A missão da GreyLogix é evoluir a indústria por meio da inovação tecnológica. “Todos hoje buscam a indústria 4.0, que é um belo conceito de marketing para algo que já fazemos há 15 anos. Estamos tentando evoluir a base industrial para chegarmos até a indústria 4.0, onde a análise de dados, a inteligência, a maior eficiência e a produtividade possam ser alcançadas”, justifica ele.

A busca pela cloud computing tem sido feita gradativamente por todos os grandes players de automação ou provedores para a indústria. A ABB tem as suas soluções, a Schneider e a Rockwell também, além da Siemens, com a qual a Grey tem parceria de negócios.

De acordo com Gonçalves, seus clientes também vêm buscando a cloud computing cada vez mais, porém existe uma certa morosidade na indústria, em relação a outros segmentos, pelo conservadorismo que a caracteriza. No entanto, está acontecendo e o mercado está aberto, apesar de incipiente.

Desafios enfrentados pela GreyLogix

A GreyLogix utilizava uma nuvem privada, de um fornecedor que já a atendia em outros segmentos da TI, mas ocorreram problemas em dois projetos específicos. O primeiro era um sistema de engenharia interno que precisava de mais escala, mas o custo era proibitivo. O segundo desafio era técnico: com esta nuvem, a empresa não conseguia fazer o roteamento de rede.

A empresa precisava de acesso para hardwares da indústria, transferindo a informação via rede móvel, com segurança, criptografada, e que pudesse ser disponibilizada por um sistema de cloud computing. Só que por conta de algumas peculiaridades do sistema, a empresa não conseguia fazer esse roteamento.

“Foi quando pensamos na possibilidade de migração dos sistemas para outra nuvem e procuramos entre os provedores, GoogleHuawei e AWS, um parceiro que desse suporte local prioritariamente. Daí a Google respondeu que tinha o parceiro certo na Grande Florianópolis”, conta Gonçalves.

Foi neste momento que a Movti entra com a GCP, orientando nesta dinâmica de migração para a cloud computing e, com o suporte correto, a Grey quebrou essa barreira.

“Tínhamos uma questão de segurança que foi discutida com a Movti. O custo da rede era muito alto, porque havia muita latência. A GCP veio para resolver isso e com isso ganhamos expertise em segurança e confiança para trabalhar”

Como foi a implementação da GCP pela Movti

A escolha da GCP, segundo Gonçalves, foi motivada, entre outras razões, pelos novos mercados que a Grey está desenvolvendo, na área de coleta, tratamento e análise de dados, com machine learning e big data. A empresa já está trabalhando com inteligência de dados, dentro da GCP, e tem uma equipe especializada no assunto. “Inclusive estamos começando a vender também para nossos clientes”, destaca.

Mas havia também um problema de escala por custo. Pelo fornecedor de cloud computing anterior, a empresa pagava por uso dos dados e, quando decidiu fazer a migração, escolheu ainda pelo plano de uso da rede.

Porém, no meio do caminho, a Movti fez uma análise junto ao Google e conseguiu oferecer a nuvem por disponibilidade, onde o custo em si não mudou, mas a Grey passou a ter a possibilidade de usar o dobro de máquinas virtuais. “Com este suporte local, conseguimos quebrar as barreiras e justificar a migração para a nuvem da GCP”, explica Gonçalves.

Hoje, com a GCP, para os mesmos requisitos e operação que a empresa buscava resolver com a migração, a Grey teve uma redução de custos de 50%.

O processo de migração começou no final de dezembro do ano passado e foi concluído em março. Levou apenas 3 meses e trouxe mudanças impressionantes para a rotina da Grey, como aproximação entre as equipes, segurança na informação, aumento da produtividade e outras

Com a GCP, houve uma aproximação maior entre as equipes. Como, durante a pandemia, quase 70% da empresa passou a trabalhar em home office, a GCP possibilitou que os projetos envolvessem todos os escritórios, integrando todos os colaboradores.

Fim da Shadow IT

Centralização total da infraestrutura, criando padrões rígidos de segurança, instalação e nomenclatura.

Provisionamento Instantâneo

Ganho de tempo no início de cada projeto com a criação automatizada de máquinas virtuais predefinidas.

Adoção 100% Cloud

Quebra de paradigmas técnicos que permitiu duplicar a capacidade de processamento com adesão total das equipes.

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